ALERTA: Este texto trata de
acontecimentos do episódio 04 da temporada 7 de Game of Thrones. Como já passou
na televisão do mundo todo, inclusive do Brasil, não considero haver nenhum
SPOILER. Mas vale avisar que se você não assistiu ao episódio e não quer saber
o que aconteceu, pode parar de ler por aqui.
O episódio começa com uma
conversa entre Jaime Lannister e Sor Bronn, que estão transportando o ouro saqueado
dos Jardins de Cima. Sor Bronn quer se inscrever no programa Meu Castelo, Minha
Vida, e sonha até em ser o dono da antiga residência da finada Casa Tyrell.
Como naquele tempo não existia TED, o representante do Banco de Ferro até
mostra bastante apreço por Cersei, prometendo apoiá-la na guerra, mas apenas após
receber efetivamente os valores devidos.
Mindinho tenta puxar o saco de
Bran dando-lhe a adaga que foi usada na tentativa de assassinato do garoto lá
na primeira temporada mas ele, cada vez mais misteroso e catatônico, não se
empolga nada com o presente. Parece que Mindinho não tem mesmo nenhum sucesso
na tentativa de agradar os Stark, mas não se cansa de ficar ciscando nesse
terreiro.
Mais fria que a temperatura
ambiente de Winterfell só mesmo a despedida entre Meera e Bran, que quase não
diz nem um “obrigado” pra garota que protegeu sua vida e o carregou por vários
quilômetros além da muralha.
Demorou quatro episódios, mas
finalmente Arya chega a Winterfell, enganando os guardas da entrada na maior
facilidade. Arya e Sansa se encontram em frente ao túmulo do pai, Ned Stark,
num momento que não chegou a ser um vulcão de sentimentos, mas foi sim
emocionante. Bem ou mal, depois de tantos perrengues, as duas se tornaram
aquilo que desejavam no início da série. Sansa é agora a Lady Stark enquanto
Arya é uma excelente guerreira.
Logo as duas se encontram com
Bran, que mais uma vez dá sinais de que sabe detalhes do que aconteceu na vida
de todo mundo, inclusive da irmã guerreira. O rapaz dá a ela a adaga recebida
de Mindinho, já que a arma será bem mais útil a ela que a ele.
Arya ainda
reencontra Brienne e as duas têm um treinamento que mais pareceu uma exibição
das habilidades da pequena em frente a Sansa e Mindinho.
Jon Snow mostra a Daenerys a
caverna onde está o vidro de dragão. Na mesma caverna há umas espécies de
pinturas que registram a união entre os primeiros homens e as crianças da
floresta para enfrentar os caminhantes brancos, sugerindo que eles deveriam
deixar as diferenças de lado e lutarem juntos também. Ela até concorda em lutar
ao norte, mas exige, mais uma vez, que Jon se ajoelhe perante ela. Também
questiona o que é mais importante: o orgulho do bastardo ou a vida das pessoas
que o seguem?
Logo depois Daenerys tem a
notícia de que os Imaculados conquistaram Rochedo Casterly, mas perderam a frota
para os Greyjoy. Ao perceber que perdeu praticamente todos os seus aliados ela
questiona a lealdade de Tyrion, que poderia a estar sabotando em favos dos
Lannister e pede conselhos a Jon Snow. Ela quer chutar o balde e mandar seus
dragões destruírem tudo. Só faltou soltar um “burn them all”, no melhor estilo
Rainha Louca. Jon ressalta que se ela sair por aí queimando inocentes não será
nada diferente dos outros reis que o povo já não gosta.
Sor Davos continua soltando
perguntinhas aleatórias a Missandei sobre sua origem, o que alimenta cada vez
mais discussões sobre se ela não seria a traidora no time de Daenerys. Enquanto
isso, Theon chega à Pedra do Dragão pra pedir ajuda para resgatar a irmã
capturada pelo tio Euron Greyjoy. Jon Snow avisa que a rainha não está, porque
“deu um saidinha, foi logo ali e já volta”.
“Logo ali”, nesse caso, é lá no
exército Lannister, atacado por uma horda de Dothrakis liderados por Daenerys e
por Drogon, um de seus dragões. O bichano faz toda a diferença na luta, queimando
soldados e mantimentos dos inimigos. As flechas comuns nem fazem cosquinha no
dragão, mas Bronn consegue acertar uma lança com a ballista, ferindo o animal.
Mesmo ferido, Drogon consegue
destruir a arma antes de vir ao chão com sua mãe, que desce para tentar tirar a
lança de seu filhote. É neste momento que Jaime vê uma oportunidade de matar a
Rainha e parte com tudo pra cima dela.
Mas antes de alcançá-la, Drogon se vira pronto pra fazer churrasquinho de Lannister. Jaime é salvo no último segundo por Bronn, e se joga para desviar o aliado, que aparece caindo na água e afundando num abismo sem fim.
Mas antes de alcançá-la, Drogon se vira pronto pra fazer churrasquinho de Lannister. Jaime é salvo no último segundo por Bronn, e se joga para desviar o aliado, que aparece caindo na água e afundando num abismo sem fim.
Para quem reclamava que este
seria o episódio mais curto da temporada, o tempo menor foi compensado com
ação, MUITA AÇÃO! A entrada de um dragão na luta mostrou que Daenerys ainda
está no jogo dos tronos que estava perdendo, e agora volta a ficar mais
equilibrado. Por outro lado deu pra ver que os bichos não são invencíveis e que
Cersei e seus aliados poderão aprender como derrubar um a um quando houver mais
batalhas.
Numa temporada com tantos pontos
altos é quase um lugar comum classificar cada episódio como “épico”. No
entanto, não vejo palavra melhor pra descrever o grande combate mostrado no seu
encerramento. Aliás, me corrijo. A palavra do episódio é: DRACARYS!
Finalizo com a trilha sonora
ideal que já tinha imaginado pra cena, mas que foi magistralmente realizada
pelo pessoal do Adoro Cinema. Daenerys ao som de Ludmilla.
Cheguei (cheguei)
Cheguei chegando, bagunçando a zorra toda
E que se dane, eu quero mais é que se exploda
Porque ninguém vai estragar meu dia
Avisa lá, pode falar
Cheguei - Ludmilla
Créditos das imagens: HBO
Crédito do vídeo: Adoro Cinema
Crédito do vídeo: Adoro Cinema










Comentários